O ZEQUITA NÃO BEU QUÁ-QUÁ É FUNDAMENTAL OLHA O BELHO Querubim Quero bem A-M-O-TE Sobre-viver Oh pra mim Satírica oh lé lé Mocho Mocho Um bocadinho de nada ACHUÁ ÚTERO TICO TICO CACUÁ NAVIOS ACHUÁ oh lé lé OH SINHÁ QUÁ-QUÁ É FUNDAMENTAL OH SINHÁ NAVIOS COLAPSOPIRA OLHA O BELHO QUÁ-QUÁ É FUNDAMENTAL Sobre-viver Querubim Quero bem OLHA O BELHO Um bocadinho de nada Mocho COLAPSOPIRA oh lé lé lá Mulher CACUÁ Avião COLAPSOPIRA oh lé lé lá NAVIOS TICO TICO ÚTERO Avestruz TICO TICO Avião

revelasom

colapsopira

Em Colapsopira criam-se sons e palavras, por causa de uns e de outros. A mensagem, escondida ou desnudada, sofrida ou apaixonada pede silêncio, por vezes. O riso e a sátira improvisam-se em adocicados e zoológicos colapsos.

... Quá-quás, eis o que é preciso para o ‘scat’ se tornar uma expressão de sufoco ou mesmo rebeldia, sobretudo quando se pretende evidenciar que o bom senso nem sempre coabita com os tempos atormentados pelo excesso das paixões.

 


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Mulher Avestruz

Mulher Avestruz canta a efemeridade do desejo, do prazer e do pensamento que circunstancia a vida de todos nós, quais paradoxos e fugas solitárias. Na palavra busca-se o desafio controverso da própria música: o de não poder ser dita. Como diz a autora algures no CD:
… a música não se diz. Frui-se.

E,
se numa tentativa de definir por palavras
o que não se pode dizer apenas,
ainda dissermos que a música fala,
estamos talvez

em êxtase
no mundo simples das metáforas.

O improviso musical é como o falar dos poetas.

Mulher Avestruz



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